Um texto bastante confuso e inconcluso

Num silêncio profundo o palpitar do meu coração perturbado e confuso, querendo saber de vc, querendo se ampliar do seu prazer. Que piegas falar de amor usando essas palavras tão repetitivas. Que mesmice nos meus textos descrevendo sentimentos que parecem únicos, mas milhões de pessoas iguais devem estar vivendo ilesos. Eu aqui romanceando o que não passa de um fervor romano. Agora você sabe de história, Vanessa? Não estudava direito na escola, nunca teve paciência pra TV, nem ler jornais ou assistir palestras. Faltou falar das falhas de memória, e todo tempo que jogou fora com as neuras ilusórias, que já até foi motivo de questionamento do interesse alheio. Como pode alguém gostar dela se só sabe entornar e nem serve pra conversar sobre nada? Já fui sim esse tipo de pessoa, mas achei quem julgava que mulher boa era aquela que não ficava muito agarrada e ainda disputava a cama na madrugada, querendo tomar cada vez mais espaço  com seu sono agitado. Uma mulher que divide o copo, faz trapaça, certo ar de sedução ou graça e ainda lhe rouba a garrafa. Que fica falante, ofegante, delirante. Eu iria falar de vc e da falta q me faz e acabei falando d mim porque no momento me sinto incapaz de organizar qlqr pensamento coerente a seu respeito. A despeito do seu desprezo depois de um dia estressado, queria estar com meus defeitos num edredom com meu pé enrolado aí do seu lado, mas nosso jeito eh sempre complicado. Então faço um apelo pelo prazer de ve-lo do dedão do pé ao último fio de cabelo.
Obs: texto de dezembro de 2015
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