Nao apedreje o poeta!

Nao apedreje o poeta!

Você pode acertar em cheio sua cabeça e tornar suas ideias ainda mais confusas, embora ele tenha a mente aberta, não foi uma pedra que formou suas opiniões, e nem milhões delas irão retirar seu poder de escrever e influenciar pessoas.

Não apedreje o poeta!

Você pode derruba-lo quando penetra-lo bem fundo no coração, tirando do pouco que sobrar da sua razão. Ele que já vem sendo castigado pelas fagulhas de amor que ardem no seu peito como carvão em brasa. Ele já tem endurecido alguns sentimentos, que se desfazem como o embolso mal feito.

Não apedreje o poeta!

Você não conhece os dilemas que ele atravessa. As estradas pontiagudas que caminhou cortando os pés para chegar ate aqui. Ele pode construir uma muralha com essas pedras que te afaste de vez de suas lendas. Então, mesmo naquilo que não concordou, ou ele não contemplou, entenda, compreenda, reconsidere, e não apedreje!

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Tremendo

Já escrevi sobre o nome do blog “Trincheira”: https://wordpress.com/post/vanessatrincheira.wordpress.com/62

Depois discorri um pouco sobre “tranqueiras”: https://wordpress.com/post/vanessatrincheira.wordpress.com/182

Agora estou escolhendo uma palavra bem mais corriqueira: “tremendo”.

Pensou no estado físico, medo, grandiosidade, doença, dificuldade, em Deus ou Roberto Carlos (o tremendão)?

Se treme de temor, de panico, de frio, de choque, de dor, de alegria, de tesão, de calafrio, de nervoso, de ação involuntária (como espasmo muscular) e até de abstinência de álcool. Por que será que quando algo nos desestabiliza ficamos logo tremendo?

O mundo contemporâneo aprecia bastante a dança do ventre do oriente, a castanhola da Espanha, o desafio de bundas do funk brasileiro, e as batidas de seios e cabelos de tão talentosas travestis pelo mundo a fora, mas nada se compara a essa banda! Vejam esse vídeo de como se faz uma dança realmente sensual. E vc? Conte uma experiência que te fez estremecer! Eu quero saber!

Até breve, amigos. Rs…

Evitando tranqueiras

Hoje resolvi escrever sobre “tranqueiras” – coisas que temos dificuldade de nos desfazer. Fui ao “pai dos burros” moderno (o famoso “Google”) e pra minha surpresa encontrei “trincheira” dentre os significados, já que trincheira é uma barreira impeditiva (ver artigo anterior https://vanessatrincheira.wordpress.com/2016/04/06/destrinchando-o-termo-trincheira/). Tenho duvidas sobre a frase: “nada é por acaso”, mas essa situação acertou “em cheio” no alvo das minhas experiências pessoais. O sentido na grafia da palavra e suas derivações (que não encontrei na internet, mas refleti por conta própria) nos remete a pensar em “trancas”, assim seriam obstáculos, amarras, entulhos, bagunça, bagulhos, estorvos, cacarecos, que inibem os bons fluídos da nossa vida (energia, evolução e desenvolvimento). Sabe aquela mania de acumular coisas que você acha que tem valor sentimental ou que um dia pode precisar? Isso pode se relacionar a problemas psicólogicos e até psiquiatricos, seja de consumo exacerbado, insegurança e até o não saber lidar com as perdas.

Dois links me foram úteis neste artigo:
http://veja.abril.com.br/agencias/ae/comportamento/detail/2011-01-06-1582974.shtml

http://marcialuz.com.br/blog/2015/06/09/livre-se-dos-entulhos/

Por fim, preciso dizer que no processo organizativo deste texto também pratiquei o desapego porque perdi uma parte e porque enxuguei muita coisa que posteriormente julguei desnecessária (ao contrário do anterior. Rs). Aguardo comentários! Obrigada!